quinta-feira, 23 de abril de 2009

GUERREIRO NÃO LEMBRADO

No dia 21 de dezembro de 2008, a capoeira sergipana perdia o mestre Jorge Nó, um dos ícones na nossa capoeira e fundador do Grupo Novos Irmãos, um dos mais antigos e tradicionais de Sergipe.
Já se passaram 03 meses da sua morte e nenhum gesto (exceto a edição especial do Informe Mangangá de janeiro) para homenagear um mestre sergipano que muito contribuiu para a história da capoeira de Sergipe.
Nem o grupo que fundou em 1978, os Novos Irmãos, que o tinha como presidente de honra fez uma roda em sua homenagem. Tantas homenagens (com bastantes méritos) são feitas aos mestres Bimba, Pastinha, Paulo dos Anjos e outros por vários grupos.
Parece ser o velho ditado: “santo de casa não faz milagres”, mas é preciso fazer. A capoeira sergipana tem a sua história e ela é feita por nós, então é preciso reconhecer, respeitar, valorizar.
A Bahia ou outros estados não vão prestar homenagem ao mestre Nó. É a nossa obrigação enquanto sergipanos e capoeiristas. O mestre Nó é um grande personagem da capoeira de Sergipe, homenageá-lo é simplesmente fazer justiça.

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